DICAS DE SAÚDE
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GARGANTA

MAL HÁLITO

Cerca de 60% da população mundial tem ou teve mau hálito. A halitose pode tornar-se um problema desagradável que dificulta as relações pessoais.

Podemos ter mau hálito originado por doenças sistêmicas ou na própria cavidade oral.

Fatores de Risco

- Pouca ingestão de líquido e jejum prolongado

- Boca seca

- Tabagismo

- Uso de enxaguatório bucal com álcool

- Respiração bucal, rinites, sinusites

- Medicamentos que causam boca seca

- Má higiene bucal / Tártaro

- Uso de aparelho ortodôntico ou prótese fixa

- Caseum amigdaliano: Massas de odor desagradável presentes na amígdala

- Doenças sistêmicas: As causas extrabucais mais freqüentes que dão halitose são as doenças da orofaringe, bronco-pulmonares, digestivas, doenças hepáticas, perturbações do sistema gastrointestinal, diabetes (odor de acetona ), nefropatias (odor amoniacal característico devido à concentração de uréia na saliva e sua decomposição em amoníaco pelas bactérias), deficiência de vitamina A e D, intestino preso, stress.

Prevenção

- Escovação correta e após cada refeição

- Use de fio dental

- Limpeza da língua com limpador lingual ou escova de dente para remover a saburra. A saburra é um material viscoso, amarelado, que fica aderida ao dorso da língua, equivale a uma placa bacteriana lingual

- Alimentação rica em alimentos fibrosos como cenoura e maçÃa. Eles auxiliam na limpeza da parte do dente que fica perto da gengiva.

- Trate doenças periodônticas e gengivites

- Beba de 2 a 3 litros de água por dia

- Evite jejum prolongado (maiores que 3 a 4 hs)

- Evite o consumo excessivo de alimentos com odor carregado: carne gordurosa, fritura, repolho, brócolis, couve-flor, alho, cebola, café e bebidas alcóolicas

- Estimule a produção de saliva de maneira fisiológica, com balas e gomas de mascar sem açúcar

- Para diminuir o mau hálito provocado por cigarro o excesso de bebida faça bochechos com água e limão. O limão te ácidos que anulam os odores produzidos por essas substâncias.

AFTAS

Aftas são feridas (úlceras) causadas pela erosão do tecido epitelial da boca expondo as partes mais profundas da mucosa oral (tecido conjuntivo e suas terminações nervosas), causando inflamação local e dor.

Acometem 10 a 20% da população, mais frequentemente em crianças e adolescentes.

Podem ser únicas ou múltiplas e de diversos tamanhos. Podem ocorrer em qualquer local da boca.

Têm resolução espontânea em 7 a 15 dias.

Pode ser uma manifestação comum a diversas doenças, causada por uma associação de fatores, como imunológicos e genéticos.

Fatores Predisponíveis

- Trauma local

- Uso de aparelhos ortodônticos
- Estado psicológico (Stress)

- Ciclo menstrual

- Agentes biológicos (bactérias e vírus)

- Hipersensibilidade alimentar (glúten, ácido benzóico, ácido ascórbico, cinamaldeído, corantes azo)

- Deficiências nutricionais (ferro, ácido fólico, vitamina B12, zinco)

- Tabagismo

- Doenças Sistêmicas (Neutropenia Clínica, Doença Celíaca, Retocolite Ulcerativa, Doença de Crohn, Síndrome de Reiter, AIDS, Doença de Behcet, etc)

O tratamento deve ser individualizado. Visa aliviar os sintomas, prevenir o aparecimento de novas aftas e diminuir a gravidade do surto.

BOCA SECA - RESSECAMENTO ORAL

ORIENTAÇÕES SOBRE XEROSTOMIA

Funções da Saliva:

• Lubrificação da mucosa, dentes e alimentos

• Conter a desmineralização dos dentes

• Atividade antimicrobiana

• Digestão

• Tamponamento ácido de secreções gástricas ou produzidas por bactérias

• Hidratação/Proteção

Medicações que podem causar Xerostomia

• Anorexigenos (remédios para emagrecer)

• Ansiolíticos

• Antidepressivos

• Anti-diarreicos

• Anti-eméticos (para náuseas/vômito)

• Anti-histamínicos (antialérgicos)

• Anti-hipertensivos

• Medicação para Parkinson

• Antipsicóticos

• Broncodilatadores (para asma/bronquite)

• Descongestionantes

• Diuréticos

• Sedativos

• Relaxantes musculares

Algumas doenças que podem causar alteração das glândulas salivares:

• Distúrbios emocionais / Stress

• Alterações da tireóide

• Doenças virais (Citomegalovirus, hepatite)

• Desnutrição

• Dislipidemia (Colesterol / Triglicérides)

• Diabetes

• Doenças auto-imunes

• Doenças hepáticas

Estratégias de Tratamento:

• Fazer vários bochechos ao dia para umidecer a boca, hidratar a mucosa e limpar a cavidade oral.

• Andar sempre com uma garrafa de água, porém evite beber grandes quantidades para não urinar demais;

• Evitar bebidas que contenham açúcar, refrigerantes, sucos ácidos, e bebidas com cafeína (café e chá mate);

• Cessar o tabagismo;

• Utilizar saliva artificial principalmente em casos de severa disfunção salivar;

• Utilizar diferentes produtos em horários diferentes do dia;

• Não utilizar soluções que contenham álcool, preferir pH neutro e sabores amenos;

• Realizar bochechos imediatamente após as refeições, particularmente se impossibilitados de escovar os dentes depois dessa refeição;

• Utilizar um umidificador ou vaporizador ao lado da cama pode aliviar o ressecamento durante a noite;

• Produtos com xylitol em gomas ou balas são recomendáveis;

• Estimulação mastigatória ou gustatória com chicletes ou balas sem açúcar com vitamina C apenas se apresentar alguma função salivar residual;

• Visita odontológica periódica;

• Além disso, algumas medicações específicas podem ser prescritas pelo seu médico para alívio.

DONEÇA DO REFLUXO

A Doença do Refluxo acontece pela inflamação do esôfago e/ou da laringe pela presença de partículas de pH ácido vindas estômago.

Sintomas do Refluxo

• Queimação e irritação na garganta

• Rouquidão

• Pigarro

• Sensação de bola na garganta

• Limpeza frequente da garganta

• Sensação de secreção espessa ou corpo estranho na garganta

• Dor de ouvido

• Tosse crônica

• Dificuldade para engolir

Fatores de Risco

• Obesidade

• Hérnia de hiato

• Gravidez

• Asma

• Diabetes

• Úlcera

TRATAMENTO

1. Sempre iniciar com as modificações do estilo de vida;

2. Caso seja necessário, seu médico poderá prescrever diversas medicações para controle dos sintomas;

3. Dependendo do caso, pode-se recomendar avaliação cirúrgica.

Tome a medicação prescrita por seu médico respeitando a dose e o tempo de tratamento!

Orientação para Refluxo

• Para diminuir a pressão intra-abdominal perca peso e não use roupas e cintos apertados;

• Não fique muito tempo em jejum;

• Dieta fracionada: diminua a quantidade de alimentos em cada refeição e faça pequenos lanches (frutas, torradas) nos intervalos;

• Evite alimentos que facilitam o refluxo:
- Frutas cítricas: Laranja, limão, abacaxi
- Café, chá-preto, chá-mate, refrigerante, álcool
- Frituras, alimentos gordurosos, chocolate
- Cebola, alho, pimenta, pimentão, menta

• Evite tomar muito líquido durante as refeições;

• Certas medicações como sedativos, tranqüilizantes, bloqueadores do canal de cálcio (anti-hipertensivo), alendronato (para osteoporose) e antiinflamatórios podem piorar os sintomas – informe seu médico se os utiliza;

• Pare de fumar;

• Espere no mínimo 1,5 a 2h para se deitar após as refeições;

• Eleve a cabeceira da cama de 10 a 15cm com um calço. Travesseiros altos não resolvem.

AMIGDALITES

As amígdalas são tecidos linfóides, localizadas na parte de trás e dos dois lados da garganta, entre a entrada das vias respiratórias e sistema digestivo. Assim como a adenóide, as amígdalas funcionam como filtros para agentes infecciosos e ajudam o sistema imunológico a produzir anticorpos ficando expostas a um grande número de germes diferentes.

A amigdalite aguda é uma das infecções de vias aéreas de maior freqüência. Na era pré-antibiótica, a denominação de angina (do latim angere, que significa sufocar) denota bem a gravidade de alguns quadros clínicos e de suas complicações.

Sintomas

• Dor de garganta

• Dificuldade para engolir (disfagia)

• Diminuição do apetite

• Febre dor de ouvido (otalgia reflexa)

• Dor no corpo

• Gânglios (ínguas) no pescoço

• Dor de cabeça

• Mau hálito

• Dores musculares

• Dor de barriga

• Vômitos

• Vermelhidão na garganta com ou sem pontos de pus

As amigdalites podem ser virais ou bacterianas.

Nas virais os principais agentes causadores são os vírus influenzae A e B, parainfluenzae 1, 2 e 3, echovírus, paramyxovírus, adenovírus, vírus Epstein-Barr (mononucleose), Herpes vírus e coxsakie vírus. Estes pacientes apresentam em geral um quadro de infecção de vias aéreas superiores associado com congestão nasal, coriza e lacrimejamento.

As amigdalites agudas bacterianas têm como principais causadores o Streptococcus ß-hemolítico do grupo A, Haemophilus influenzae, Staphylococcus aureus e associação fuso-espiralar. Os sintomas são mais intensos que na infecção viral, os pacientes ficam mais toxemiados, com febre por um período mais duradouro e podem trazer complicações como abscessos, febre reumática, problemas nos rins, no coração e septicemia. O tratamento é com antibiótico, anti-inflamatórios e anti-térmicos.
Amigdalites de repetição: A presença de maior número de infecções está ligada principalmente a piores condições sócio-econômicas, como ocorre com a população pobre, que geralmente habita locais pequenos e com grande número de moradores, aliadas à presença de animais domésticos, à exposição passiva ao tabaco, e à falta de alimentação adequada das crianças, fazendo com que estes sejam os potenciais fatores de risco para o aparecimento desses quadros. Nesses casos a bactéria tende a ser mais resistente aos antibióticos. Em alguns casos está indicado o tratamento cirúrgico (amigdalectomia).

Minha garganta solta umas bolinhas brancas ou amareladas, com cheiro fétido. Isto é normal?

Isto se chama Amigdalite Caseosa. Pequenos grãos (caseum) são expelidos das amígdalas, esses grãos são resíduos de alimentos que se acumulam nos orifícios das amígdalas chamados de criptas. Provoca mau hálito e constantemente são confundidos com pus e infecções. Não é considerada uma doença, mas uma condição anatômica desfavorável. Gargarejos são indicados na tentativa de diminuir o acúmulo de resíduos, mas não existe nenhum tratamento clínico para isto. Se o paciente quiser, pode ser feita uma cirurgia para retirada das amígdalas e o problema se resolve.

Possíveis indicações cirúrgicas (devem ser analisadas individualmente):

• Aumento unilateral das amígdalas

• Ronco e Apnéia

• Sangramentos

• Abscessos de amígdalas

• Perda Auditiva

• Amigdalites de repetição

• Aumento exagerado das amígdalas

• Mau hálito (amigdalite caseosa)

• Febre Reumática

DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO

Mais freqüente em homens e em pessoas acima do peso ideal e geralmente tende a piorar com a idade.

Situações como cansaço físico intenso e consumo de álcool ou medicamentos sedativos podem causar ou exacerbar um quadro de ronco.

Fator de risco para hipertensão, além de contribuir na instalação e progressão de arritmias, infarto e "derrame” cerebral.

Sintomas

- Ronco

- Sonolência excessiva

- Diminuição da libido

- Engasgos e sufocação

- Cansaço ao acordar

- Alteração de memória

- Despertares freqüentes

- Dor de cabeça pela manhã

- Dificuldade de concentração

- Pesadelos Insônia

- Irritabilidade

Diagnóstico

Seu medico realizará um exame físico e avaliará os seus sintomas. Além disso, poderá ser solicitada realização de um exame de sono no laboratório. (Polissonografia).

Tratamento

Depende do grau do apnéia do sono que é verificada pela polissonografia e de uma avaliação individual com um médico especialista.

Algumas opções são:

1. Aparelho intra-oral;

2. Cirurgia do Ronco

3. Laser

4. RadiofreqUência

5. CPAP

HIGIENE DO SONO

Se você está acima do peso, emagreça;

Procurar respeitar os horários de dormir e ter uma quantidade satisfatória de sono;

Durma de lado: Dormindo de barriga para cima facilita que a língua caia na parte posterior da faringe e diminua ainda mais o fluxo aéreo. Tente colocar uma bola de tênis em um bolso nas costas de seu pijama para que se acostume a sempre dormir de lado;

Trate a obstrução nasal: Desvio septal ou alergias podem limitar o fluxo nasal;

Evite ou diminua o uso de álcool e sedativos. Evite bebidas alcoólicas pelo menos por 4 horas antes de dormir. Sedativos e hipnóticos causam depressão do sistema nervoso central causando excessivo relaxamento da musculatura, incluindo os tecidos da faringe e favorecendo o ronco.

LARINGITE

LARINGE: é um arcabouço tubular constituído de cartilagens, músculos e ligamentos. Tem as funções de respiração, fonação e proteção das vias aéreas.

A inflamação da Laringe recebe o nome de Laringite, podem ser:agudas ou crônicas, infecciosas ou não.

LARINGITES INFECCIOSAS

As causas mais frequentes são as infecções agudas, quepodem ser por vírus ou bactérias.

Crupe Viral ou Laringotraqueíte Aguda é a infecção causada pelo vírus influenzae, parainfluenzae, adenovírus. Ocorre mais freqüentemente no outono e inverno e em crianças. Dura até uma semana e a intensidade do quadro clínico está relacionada com o inchaço (edema) presente na laringe.

É diferente do Crupe ou Difteria (causado pela toxina de uma bactéria) que antes da era das vacinas era muito conhecida e temida pela alta mortalidade em crianças.

Os sintomas são:

- Rouquidão (Disfonia)

- Tosse seca e metálica (“tosse de cachorro”)

- Estridor

- Congestão e Secreção Nasal

- Desconforto respiratório (dispnéia)

Laringites Bacterianas têm como principal agente o Haemophilus Influenza e Stafilococos. Podem acometer adultos e crianças.

Os sintomas são:

- Prostração com piora gradual

- Rouquidão

- Desconforto Respiratório

- Tosse com ou sem secreção

- Febre (principalmente nas crianças)

LARINGITES NÃO INFECCIOSAS

Laringite Espasmódica ou Estridulosa: acomete crianças de 1 a 4 anos. A causa é alérgica. A criança acorda no meio da noite com estridor laríngeo, tosse seca que geralmente melhoram quando saem para o hospital e entram em contato com o ar frio. O tratamento é com inalação e corticóide.

Laringite por Doença do Refluxo

Por Doenças Sistêmicas: Artrites, Lúpus, Sarcoidose, etc.

Traumas

Alterações Hormonais: Hipotiroidismo, período pré-menstrual

O diagnóstico das laringites pode ser feito clinicamente necessitando às vezes, de exames complementares como exames de sangue, laringoscopia e biópsia.

O tratamento é feito de acordo com a causa e deve ser individualizado.

DISFONIAS

O som da nossa voz é produzido pela vibração das cordas vocais quando o ar que expelimos do pulmão passa entre elas. Este som é amplificado pelas cavidades de ressonância (que são a faringe, boca e nariz). Depois de amplificado, o som será articulado na cavidade oral, por meio dos lábios, bochechas, língua, palato e mandíbula.

O som emitido depende de vários fatores como sexo, idade, inervação, tônus muscular, qualidade da mucosa e ligamentos e aporte sangüíneo.

O nome mais correto para rouquidão é disfonia. A disfonia é um distúrbio de comunicação caracterizado pela dificuldade na emissão vocal, apresentando um impedimento na produção natural da voz. Esse impedimento pode estar relacionado com a altura, a intensidade e/ou a qualidade da voz. Pode ser ocasionada por uma disfunção orgânica, abuso vocal ou uso incorreto da voz, alterações psicoemocionais ou também por falta de higiene vocal. A ausência total da voz recebe o nome da afonia.

A disfonia é divida em:

1. DISFONIAS FUNCIONAIS

2. DISFONIAS ORGÂNICO-FUNCIONAIS

3. DISFONIAS ORGÂNICAS

 

1. DISFONIAS FUNCIONAIS

São aquelas que não apresentam nenhuma alteração visível nas pregas vocais, elas são decorrentes do mal uso ou do abuso da voz. Existem 3 fatores que podem vir a desencadear uma disfonia funcional:

Uso incorreto da voz: Ocorre em quem utiliza a voz intensamente durante todo dia, mas não toma nenhum cuidado especial

Inadaptações Vocais: Temos no corpo humano uma adaptação de várias estruturas para formar o aparelho fonador. Quando não existe uma boa adaptação destas estruturas à produção da fala, como por exemplo, alterações anatômicas, malformações da laringe, ocorre o que chamamos de Inadaptações Vocais.

Alterações Psicoemocionais: Emoções intensas como raiva, ansiedade e alegria, podem repercutir em nossa voz, provocando uma disfonia funcional.

 

2. DISFONIAS ORGÂNICO-FUNCIONAIS

São, em geral, iniciadas com uma disfonia funcional mas tem seu diagnóstico tardio evoluindo com lesão secundária nas pregas vocais. Por exemplo, um nódulo vocal (“calo”).

O diagnóstico deve ser feito por um médico otorrinolaringologista e, após o exame físico podem ser necessários outros exames para avaliar as cordas vocais (laringoscopia, laringoestroboscopia).

Nos casos funcionais, o principal tratamento é com fonoterapia.

O paciente aprende como usar a fala de maneira mais equilibrada e adequada. Isso é conseguido pela realização de exercícios específicos, orientados por profissional capacitado, o fonoaudiólogo.

Nos casos de disfonia orgânica o tratamento pode ser fonoterapia e/ou cirurgia.

 

3. DISFONIAS ORGÂNICAS

São aquelas que apresentam uma alteração anatômica nas pregas vocais.

- Nódulos
- Pólipos
- Paralisia das pregas vocais
- Tumores e Papilomas
- Cistos
- Edema de Reinke (desencadeado pelo tabagismo e doença do refluxo)
- Laringites

Cuidados com a voz:

• Hidrata-se: beba água diariamente, de preferência em temperatura ambiente
• Enquanto estiver falando beba alguns goles de água para umidificar a garganta
• Evite falar ou cantar competindo com ruídos sonoros
• Evite bebidas alcoólicas
• Evite gritar, tossir ou pigarrear
• Não fume
• Durma bem
• Evite o ar condicionado. Se não for possível evitá-lo, procure sempre beber água, durante todo o tempo que estiver exposto a ele.
• Evite o consumo de leite, chocolate e seus derivados antes de intensa atividade vocal, pois esses alimentos aumentam a secreção de muco no trato vocal.
• Consuma alimentos fibrosos, como maçã, que é um adstringente, ou seja, agem limpando a boca e faringe
• Use roupas confortáveis que o seu vestuário não atrapalhe o fluxo respiratório
• Mantenha a cabeça ereta durante a fonação com os dois pés apoiados no chão, pois assim permite a passagem do ar sem dificuldades e o diafragma trabalha melhor.

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